Cantar de Galo é um monólogo escrito para Jorge Andrade por Robert Schenkkan, vencedor do Pulitzer e do Tony. O Galo conta como salvou um inocente da forca e acabou bibelot. Estreia no Porto esta quinta, às 19h00, no ciclo Parla-Solos do São João. 45 minutos, M/14.
Recital gratuito numa fundação da Boavista, o Caravana no São João, Ary dos Santos por cinco vozes no Coliseu, Satoshi Kon no Batalha, marionetas na Almeida Garrett, o Passeio Marítimo com guia e a WTA no Monte Aventino. Sete propostas com hora, preço e inscrição confirmados.
As caminhadas do Matadouro pela zona oriental regressaram com 13 percursos até novembro. A de domingo, 27, parte da Associação de Moradores da Lomba, no Bonfim, e segue pelas memórias das fábricas e dos trabalhadores até à Casa Sindical de Campanhã. Gratuita, 10h, esgotada; há lista de espera.
Até 30 de setembro, o Porto põe-se a mexer de graça: caminhada inclusiva na Asprela, dia aberto do desporto no bairro e nas escolas, Picnic Run no Parque da Cidade, hidroginástica noturna na Constituição, mega-aula de bike nas Antas e modalidades para experimentar na Avenida de D. Carlos I.
A proibição entrou em vigor na terça-feira passada. A PSP registou seis infrações até às 10h00 do primeiro dia e viu os pesados a desviar-se para a CREP. A plataforma de registo funciona. O Município pediu fiscalização visível e negoceia com a IP um protocolo para gerir partes da via.
Hoje, 22 de setembro, mais de 2500 cidades europeias fecham ruas ao trânsito. A Maia fez uma semana; Aveiro fecha a avenida principal. O Porto não anunciou nada. Em contrapartida, desde sábado a Avenida de D. Carlos I, na Foz, fica sem carros aos sábados e domingos, das 9h às 19h, sem data de fim.
É a segunda noite do Primeira Box, o ciclo que abre a nova sala do Coliseu a artistas ainda fora do radar. Esta segunda-feira toca Ed, João Não & Lil Noon e Rodrigo 13. Bilhete a 5 euros.
Com a Rua do Breyner em obras, o trânsito passou a subir a Rua de Cedofeita, uma das ruas pedonais mais cheias da cidade. Camiões a tapar garagens, condutores aos ziguezagues entre esplanadas, peões a saltar para o lado. Quem lá mora e passa pergunta: que obra é e porque não há outro caminho?
Cantar de Galo é um monólogo escrito para Jorge Andrade por Robert Schenkkan, vencedor do Pulitzer e do Tony. O Galo conta como salvou um inocente da forca e acabou bibelot. Estreia no Porto esta quinta, às 19h00, no ciclo Parla-Solos do São João. 45 minutos, M/14.
Balbina Mendes nasceu numa aldeia de Miranda do Douro, cresceu a falar mirandês e fez os primeiros deveres à luz da candeia. Foi no Porto que encontrou a formação artística que não pôde ter quando era jovem. Hoje, a pintora, professora aposentada, mãe e avó leva para as telas as
Criado no bairro Guarituba, no Brasil, encontrou no breaking uma identidade e um lugar de pertença. Hoje, aos 34 anos, leva consigo o legado da mãe, uma câmara completa de histórias e o sonho de construir um “ninho”.
Quando lhe perguntam quem é, Deivison Souza de Melo não escolhe uma
Entre o breaking, a produção audiovisual e a criação de eventos, Deivison, conhecido como Dvs, partilha o que mais admira na cultura urbana, o impacto do Breaking e defende a criação de espaços onde todos se sintam bem-vindos.
O Porto começou por ser apenas uma ideia e, aos poucos,
António Tavares, Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto, fala sobre a instituição e o seu percurso enquanto provedor.
António Tavares, lidera uma instituição com mais de 500 anos e que não para de crescer e ganhar valências. De forma sucinta, como define a Santa Casa da Misericórdia do
É Bispo do Porto desde 2018, mas é em Lamego que estão as raízes de D. Manuel Linda. Defensor do conceito de família, vê nos jovens o futuro da Diocese do Porto. Acredita que foi mal entendido em 2022, nos casos de pedofília, mas salienta que sempre foi um dos
Cantar de Galo é um monólogo escrito para Jorge Andrade por Robert Schenkkan, vencedor do Pulitzer e do Tony. O Galo conta como salvou um inocente da forca e acabou bibelot. Estreia no Porto esta quinta, às 19h00, no ciclo Parla-Solos do São João. 45 minutos, M/14.
Recital gratuito numa fundação da Boavista, o Caravana no São João, Ary dos Santos por cinco vozes no Coliseu, Satoshi Kon no Batalha, marionetas na Almeida Garrett, o Passeio Marítimo com guia e a WTA no Monte Aventino. Sete propostas com hora, preço e inscrição confirmados.
As caminhadas do Matadouro pela zona oriental regressaram com 13 percursos até novembro. A de domingo, 27, parte da Associação de Moradores da Lomba, no Bonfim, e segue pelas memórias das fábricas e dos trabalhadores até à Casa Sindical de Campanhã. Gratuita, 10h, esgotada; há lista de espera.
Até 30 de setembro, o Porto põe-se a mexer de graça: caminhada inclusiva na Asprela, dia aberto do desporto no bairro e nas escolas, Picnic Run no Parque da Cidade, hidroginástica noturna na Constituição, mega-aula de bike nas Antas e modalidades para experimentar na Avenida de D. Carlos I.
A proibição entrou em vigor na terça-feira passada. A PSP registou seis infrações até às 10h00 do primeiro dia e viu os pesados a desviar-se para a CREP. A plataforma de registo funciona. O Município pediu fiscalização visível e negoceia com a IP um protocolo para gerir partes da via.
Hoje, 22 de setembro, mais de 2500 cidades europeias fecham ruas ao trânsito. A Maia fez uma semana; Aveiro fecha a avenida principal. O Porto não anunciou nada. Em contrapartida, desde sábado a Avenida de D. Carlos I, na Foz, fica sem carros aos sábados e domingos, das 9h às 19h, sem data de fim.
É a segunda noite do Primeira Box, o ciclo que abre a nova sala do Coliseu a artistas ainda fora do radar. Esta segunda-feira toca Ed, João Não & Lil Noon e Rodrigo 13. Bilhete a 5 euros.
Com a Rua do Breyner em obras, o trânsito passou a subir a Rua de Cedofeita, uma das ruas pedonais mais cheias da cidade. Camiões a tapar garagens, condutores aos ziguezagues entre esplanadas, peões a saltar para o lado. Quem lá mora e passa pergunta: que obra é e porque não há outro caminho?